
Também foi chamado de Cristo quando juntou cabeleira e barba. Ele levou a sério o “apelido” na gravação do clip “Eu que não amo você”, do álbum “Tchau Radar” (1999). As imagens de Gessinger no personagem Cristo foram feitas para o clip, porém não foram incluídas na edição. Mas fica a imagem de um Gessinger “quase” crucificado.